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Largo da Princesa 26, 3º esq/dto

1400-303, Lisboa, Portugal

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  • Ano

    2001

  • Local

    Alverca, Portugal

Intro

Este Pólo do Centro de Saúde de Alhandra/Alverca, constituído por uma Unidade de Saúde Familiar, encontra na topografia do terreno disponibilizado para a sua construção uma condicionante que se veio a constituir como primeira motivação conceptual para a construção em causa. Procurou-se com esta proposta arquitectónica proporcionar um edifício que potencializasse uma franca relação entre o interior e o exterior, num ambiente que possa constituir-se como um factor actuante relativamente ao funcionamento quer por parte dos técnicos  de saúde quer por parte do público utente.

O seu posicionamento permite-lhe uma melhor e mais hierarquizada leitura da sua volumetria, assim como acautelar o acesso e parqueamento de viaturas directamente relacionados com o funcionamento do Centro de Saúde. O piso térreo é constituído por um hall de entrada a partir do qual se faz o acesso ao primeiro piso e a distribuição para as funcionalidades existentes neste piso, (sala de sistemas informáticos, sala de reuniões, sala de documentação, instalações sanitárias, arrumos e cafetaria servida por uma esplanada).

Tal como no piso térreo, o primeiro piso tem também o seu alçado posterior em contacto com o terreno, sendo os seus espaços iluminados naturalmente de forma zenital ou através de um rasgo praticado ao longo do alçado anterior. Neste piso distribuem-se os gabinetes de consulta, gabinete e sala de enfermagem, sala polivalente e uma sala de tratamentos, para além de diversos serviços de apoio.

A ligação do edifício com o terreno foi, como atrás se referiu, a primeira das condicionantes a resolver. Assim, na frente Norte do terreno, percorrida na sua crista por aquilo que é referido como uma caminho militar, e que foi mantido, propôs-se a construção de um muro como forma de enquadramento do edifício e também de acentuação do desenvolvimento desse percurso. Este muro cego, que constitui a fachada posterior do edifício, pretende constituir-se como um elemento de afirmação, relativamente ao ainda actual “caminho militar”.

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